terça-feira, 19 de novembro de 2013

Laudo do IML diz que Genoino é "paciente com doença grave e crônica"

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) sobre a saúde do ex-presidente do PT, José Genoino, concluiu que ele é "paciente com doença grave, crônica e agudizada, que necessita de cuidados específicos, medicamentosos e gerais", diz o texto.
O trecho foi divulgado pela Folha Online, que teve acesso ao documento de três páginas. O laudo diz ainda que é preciso que Genoino passe por controle periódico por exame de sangue, "dieta hipossódica" (com menor consumo de sal) e que se adeque aos medicamentos que ele toma. Genoino ainda precisa regularmente ser avaliado por um cardiologista.
Os médicos falam no laudo da cirurgia feita por Genoino em julho, para "correção da dissecção aguda da aorta" - na época, ele chegou a pedir licença do seu cargo de deputado. Outro relatório médico também é citado no laudo - foi feito anteontem no Complexo Penitenciário da Papuda, onde Genoino está preso.
Genoino disse ser preso político e gritou "Viva o PT" ao entrar no prédio da PF

A defesa de Genoino vai tentar mudar o regime da pena do petista para domiciliar, por conta de seus problemas de saúde. Ele foi condenado a 4 anos e 8 meses em regime semiaberto pelo crime de corrupção.
O laudo é assinado por dois médicos e não entra na questão sobre se Genoino pode ou não cumprir a pena na cadeia. O exame por médicos do IML foi determinado hoje pelo juiz da Vara de Execução Penal do Distrito Federal, Ademar Silva de Vasconcelos.
Durante o exame, Genoino apresentou pressão arterial normal, não tinha febre e estava medicado. O laudo diz que o uso de anticoagulantes pode facilitar sangramentos em caso de traumatismos. Ele precisa então tomar anticoagulante e ser avaliado por médicos de duas em duas ou quatro em quatro semanas.
Trecho ressalta ainda que o uso de anticoagulantes pode facilitar sangramentos em causo de traumatismos. Para os médicos, ele necessita tomar anticoagulante e ser avaliado por médicos --ter "um controle amiúde"-- de duas em duas ou quatro em quatro semanas.
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