Cura Gay, o que resta mesmo é fazer piada?
Depois de toda essa palhaçada de “Cura Gay”, o que resta mesmo é fazer piada com o assunto.
Esta semana, o Minilua apresentou aos leitores alguns passos para o tratamento do que andam dizendo por aí que é doença. Mas quem realmente precisa disso?
Hoje você ficará sabendo os sinais e sintomas de quem precisa receber o tratamento proposto pelo “superultramacho”, Marcos Feliciano.
Você está precisando do tratamento se:
Costuma investir na produção: cabelinho alisado, terno de veludo molhado vermelho e posando para foto com a mãozinha no queixo:
Na sua playlist só dá:
Tem uma tatoo em algum desses lugares:
Curte descolorir os pelos:
Chama sua mãe por “mamy” ou seu pai de “daddy”:
Costuma usar superlativo sintético:
Macho que é macho não fala “isso é lindíssimo", “uau! chiquérrimo", “nossa, você está gatééésima".
Ficar separando as sílabas para falar:
Se você gosta de utilizar isso para dar ênfase ao que estão falando, como por exemplo: “a-do-ro”, “lou-cu-ra”, "ri-dí-cu-lo", pode ser um sinal de que você precise do tratamento.
Sem querer, se pegou assistindo pornô, porém, um tanto quanto diferente:
Vai à praia vestido assim:
Ao assistir “O Segredo de Brokeback Mountain, você chorou inconsolavelmente:
E por último, mas não menos importante, se você tenta imitar a coreografia do Bonde das Bonecas:
Caso apresentar algum desses sintomas, procure imediatamente um Centro de Cura Gay, que será oferecido pelo SUS.
minelua
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